sexta-feira, 20 de julho de 2007

Wassily Kandinsky

Nome da obra exposta: Yellow-Red-Blue

Wassily Kandinsky nasceu em Moscovo, no dia 4 de Dezembro de 1866 e é considerado como um dos maiores artistas do séc. XX.
Aos 30 anos, depois de ter estudado direito e economia, deixou Moscovo. Mudou-se para Munique, que na época era considerada uma cidade artística, aberta ao mundo.
Ingressou na escola de pintura de Anton Azbé, que o desiludiu com o tipo de ensino. Muito pouco satisfeito com a sua aprendizagem, inscreveu-se no curso do professor Von Stuck, no qual só conseguiu ingressar um ano depois.
Em Maio de 1901, Kandinsky participou na fundação da sociedade artística Phalanx e foi professor na escola fundada pouco tempo depois pela sociedade.
Na década de 1910, Kandinsky desenvolveu seus primeiros estudos não figurativos, fazendo com que hoje seja considerado o primeiro pintor ocidental a produzir uma tela abstracta. Kandinsky desejava pintar obras que exprimissem alguma coisa. De facto, foi esta necessidade interior de expressar as suas percepções emocionais que o levou ao desenvolvimento de um estilo de pintura abstracto. Em constante contacto com os artistas de vanguarda, passou a leccionar na conhecida escola de Bauhaus até 1933.
Desenvolveu a arte abstracta até ao fim da sua vida, faleceu em 1944. Wassily Kandinsky abriu um novo caminho para a pintura e mesmo para a arte.

Obras do Artista

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quinta-feira, 19 de julho de 2007

Manolo Blahnik

Nome da obra exposta: Sizzle

Manolo Blahnik é um estilista espanhol e dono de uma das mais proeminentes marcas de sapatos femininos.Nascido em 1943 nas Ilhas Canárias, de mãe espanhola e pai checo, estudou literatura e arquitectura na Universidade de Genebra na Suíça, mas abandonou os estudos em 1968 quando se mudou para Paris. Dois anos depois, foi para Londres onde trabalhou como fotógrafo para o jornal local Sunday Times e imediatamente mergulhou no mundo da moda. Durante uma visita a Nova York, conheceu a editora chefe da revista Vogue americana, Diana Vreeland. Ela sugeriu que Manolo se concentrasse na criação de sapatos tão interessantes quanto os que ele vestia no encontro. Na sua trajectória de sucesso, iniciada nos anos 70, Manolo Blahnik desenhou inúmeros modelos para estilistas consagrados como Yves Saint Laurent, Christian Dior, Calvin Klein e John Galliano. Abriu a Zapata, sua boutique na Rua Old Church, em Londres, que logo passou a ter clientes fiéis desde celebridades do cinema e televisão à realeza. Actualmente, os seus sapatos são simplesmente conhecidos como “Manolo”. O segredo do sucesso, segundo Blahnik, é participar de todas as fases da elaboração do produto. Desde os primeiros croquis até a criação das campanhas publicitárias em que geralmente usa seus próprios desenhos. ManoloDesigner de Acessórios do Ano pelo Conselho Britânico de Moda em 1990 e 1999. Além disso, recebeu o título honorário de doutor pelo Royal London College of Art and Royal Society of Arts da Inglaterra. Apesar do sucesso que faz, Manolo possui apenas duas lojas: uma em Londres e outra em Nova York. Os sapatos de Manolo Blahnik são sinonimo de glamour e sensualidade, e vêm se tornando mais famosos que as mulheres que os calçam.

Obras do estilista

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quarta-feira, 18 de julho de 2007

Victoria Francés

Nome da obra exposta: Favole

Victoria Francés é uma pintora e ilustradora espanhola, licenciada em Belas Artes na faculdade de San Carlos de Valencia. Desempenha o seu papel de ilustradora realizando diversos trabalhos em capas de livros e obras por encargo. Desde criança que acha fascinante a beleza dos bosques galegos, onde passou grande parte da sua infância. Após ter viajado a cidades como Londres e Paris, ficou hipnotizada pelos ambientes que deram vida a obras literárias e legendárias do género gótico. As suas ilustrações e desenhos representam assim um mundo onírico do romantismo gótico. Inspirada pelo género das pinturas pré-rafaelitas, apresenta temáticas que nos levam a um mundo simbologia, mágico e ancestral. Todo o sofrimento dos seres proscritos deste mundo é retratado em forma de castelos obscuros e manções de luzes tremeluzentes, onde se reconhece a influência de Goethe, Edgar Allan Poe, Baudelaire e inclusive Bram Stoker.

Obras da Artista

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segunda-feira, 16 de julho de 2007

Juan Gris

Nome da obra exposta: Retrato de Pablo Picasso

Juan Gris, pseudónimo de Juan José Victoriano González, foi um dos mais famosos e versáteis pintores e escultores cubistas espanhóis. Apesar de ter falecido jovem, Juan Gris representa o expoente máximo do cubismo sintético.Iniciou a sua formação ingressando na Real Academia de Belas-Artes de São Fernando. Após este período tornou-se aluno do pintor José Moreno Carbonero, começando também a ilustrar algumas revistas modernistas de poesia da época. Mudou-se para Paris, centro mundial das artes. Ali conhece artistas como Guillaume Apollinaire, André Salmon, Max Jacob e, o que mais o marcou e influenciou, Pablo Picasso. Através deste último, conhece também Georges Braque. Em 1912, passou, finalmente, a integrar o movimento cubista, tornando-se assim, conhecido em todo o mundo. Celebrou também, a sua primeira exposição individual, realizada na Galeria Sagot. Continuou a expor nas melhores galerias de arte, até 1927, ano em que falece, com 40 anos de idade.

Obras do Artista

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domingo, 15 de julho de 2007

Ge Yang Chang

Nome da obra exposta: Mistery

Ge Yang Chang é uma conhecida pintora contemporânea chinesa, que explora e domina o ainda pouco conhecido expressionismo abstracto. As suas obras mais conhecidas são Mistery, pintada em 1990, Green Bamboo, pintada em 1994, e Verão, também concebida no ano de 1994.Chang formou-se em pintura a óleo no Instituto de Belas-Artes HuBei, no ano de 1965. Porém, esta nunca pintou somente a óleo, mas também a gouaches, a aquarelas ou até a acrílicos, material pouco utilizado na China.Junto com o seu marido, Chuan Zheng Xiong, também um importante pintor chinês, fundou uma organização de arte pública, cujo objectivo era dar a conhecer a arte aos estratos mais baixos da sociedade chinesa.

Obras da Artista

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sábado, 14 de julho de 2007

Auto-retractos Van Gogh

Aqui vai o meu primeiro vídeo dos muitos que espero que virão


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Federico de Madrazo y Kuntz

Nome da obra exposta: A Condessa de Vilches

Filho do pintor José de Madrazo y Agudo, de quem foi discípulo, e pai do famoso pintor Raimundo de Madrazo y Garreta. Frequentou a Real Academia de Belas-Artes de São Fernando, onde pintou o seu primeiro quadro, A Ressurreição de Cristo, no ano de 1829, o qual foi comprado pela rainha Cristina da Suécia. Pouco tempo depois, pintava Aquiles na sua tenda, e, em seguida, A Parada de Cipião, que lhe assegurou a admissão como académico, "por mérito".Enquanto decorava o palácio da Vista Alegre, começou a pintar retratos. Em 1852 mudou-se para Paris, onde estudou com Winterhalter, e onde pintou notáveis retratos do famoso Barão Taylor e de Ingres.

Obras do Artista

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Rembrandt Harmenszoon van Rijn

Nome da obra exposta: Ronda Nocturna

É geralmente considerado um dos maiores pintores e gravadores da história da arte europeia e um dos mais importantes da história holandesa. Suas contribuições à arte surgiram em um período denominado pelos historiadores de "Era de Ouro da Holanda", na qual a influência política, a ciência, o comércio e a cultura holandesa atingiram o seu ápice.É durante o período de Rembrandt em Leiden (1625-1631) que a influência de Lastman pode ser mais sentida. Suas pinturas eram menores, mas ricas em detalhes (por exemplo, em trajes e jóias). Os temas eram em sua maioria religiosos e alegóricos.Em seus primeiros anos em Amesterdão (1632-1636), Rembrandt passou a pintar cenas bíblicas e mitológicas dramáticas, em alto contraste e formato ampliado. Ele também começou a aceitar encomendas de retratos.No final da década de 1630, Rembrandt produziu várias pinturas e gravuras de paisagens.A partir de 1640 seu trabalho se tornou menos exuberante e mais sóbrio em tom, reflectindo tragédias pessoais. As cenas bíblicas passaram a derivar-se mais do Novo Testamento do que do Velho Testamento. O tamanho das pinturas diminuiu novamente. A excepção foi a grandiosa Ronda Nocturna, seu trabalho mais amplo.Na década de 1650, o estilo de Rembrandt mudou novamente. Suas obras aumentaram em largura. As cores se tornaram mais ricas, e o pincel mais destacado. Com essas mudanças, Rembrandt distanciou-se de seus primeiros trabalhos e da moda da época, com inclinação cada vez maior para trabalhos mais finos e detalhados. Com o passar dos anos, os temas bíblicos continuaram a surgir, mas com ênfase agora em figuras retratadas com mais intimidade, ao invés de cenas agrupais.Em seus últimos anos, Rembrandt pintou seus auto-retratos mais profundamente reflexivos.

Obras do Artista

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quinta-feira, 12 de julho de 2007

Lasar Segall

Nome da obra exposta: Perfil de Zulmira

Artista completo, experimentou todas as formas de expressão de sua época. Pintor, desenhista, gravador e escultor, foi um mestre do Expressionismo e um dos introdutores do Modernismo no Brasil, vindo a ser um símbolo para toda uma geração. Nascido em Vilna, capital da Lituânia, na época sob o domínio do Império russo, foi discípulo de Antokolski, um dos mais importantes escultores russos do século XIX.Com 15 anos, instala-se em Berlim e frequenta a rigorosa Academia Imperial de Belas Artes de Berlim, de onde seria afastado em 1909 por expor na Freie Sezession ( Secessão Livre ), onde ganhou o prémio Max Lieberman em um período no qual sua obra esteve fortemente influenciada pelo impressionismo.A partir daí transfere-se para Dresden, onde passa a frequentar a Academia de Belas Artes como aluno-mestre, desfrutando de total liberdade de criação. É também aí que acontece sua primeira exposição individual.Com a aproximação da Guerra, o seu trabalho retorna aos temas trágicos. Lasar Segall dizia que a obra devia ser despida de requintes estilísticos se quisesse expressar o sofrimento humano de maneira profunda, e é isso que podemos ver nas séries como Navio de Emigrantes e Pogrom.

Obras do Artista

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quarta-feira, 11 de julho de 2007

Maria Helena Vieira da Silva

Nome da obra exposta: A Biblioteca

Foi uma pintora portuguesa. Naturalizada francesa. Filha do embaixador Marcos Vieira da Silva, Maria Helena demostra interesse pelas artes desde pequena. Em 1928 estabelece-se em Paris, onde conhece seu futuro marido, o também pintor húngaro Árpád Szenes, com quem realizou inúmeras viagens à América Latina para participar de exposições, como em 1946 no Instituto de Arquitetos do Brasil. Devido ao facto de seu marido ser judeu e de ela ter perdido a nacionalidade portuguesa, eram oficialmente apátridas. Então, o casal decide residir por um longo tempo no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial e no período pós-guerra. No Brasil, entram em contato com importantes artistas locais, como Carlos Scliar e Djanira. Vieira da Silva foi autora de uma série de ilustrações para crianças que constituem uma surpresa no conjunto da sua obra. Kô et Kô, les deux esquimaux, é o título de uma história para crianças inventada por ela em 1933. Não se sentindo capaz de a escrever, a pintora entrega essa tarefa ao seu amigo Pierre Guéguen e assume o papel de ilustradora, executando uma série de guaches. Participa na Europália, em 1992, e vem a morrer nesse ano.

Obras da Artista

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